A lei da rolha..?
Num tempo em que os partidos políticos se degladiam por espaço mediático, em que chegam mesmo a fazer birra porque determinado meio de comunicação social deu mais 1 minuto de exposição aos oponentes, é, no mínimo, estranho que a actual líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, não queira abrir a boca nem à força.
O que passará pela cabeça desta senhora que está à frente daquele que deveria ser o principal partido da oposição em Portugal? Não é que a mim, pessoalmente, me incomode, mas acho que esta atitude é muito pouco saudável para a nossa democracia.
Ficou-me cá na cabeça
Vi há uns dias o último filme da saga Batman, O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight) e pese embora não seja o género de cinema que mais aprecie, tenho que admitir que gostei do produto. Sobretudo graças à personagem reinventada do Joker, sublimemente interpretada pelo já desaparecido Heath Ledger. Ao contrário do primeiro Joker, interpretado pelo grande Jack Nicholson, este acaba por ter um cunho muito mais realista, fugindo do esterótipo do palhaço passado da cabeça.
Descansem, a minha intenção não é fazer aqui a análise do filme e muito menos das personagens. As primeiras linhas serviram contextualizar aquilo que, de facto, quero partilhar convosco. É uma simples frase! Na verdade, uma das falas do Joker no filme O Cavaleiro das Trevas:
Sou como um cão que persegue carros! Não saberia o que fazer se apanhasse um. (Esta é a minha tradução livre, o orginal em inglês é assim I’m Like A Dog Chasing Cars! I Wouldn’t Know What To Do If I Caught One!).
Como digo no título do post, ficou-me cá na cabeça. Porque é engraçada. Porque há dias em que me podia, perfeitamente, definir a mim. Porque define, perfeitamente, muita gente que eu conheço.
Pessoa(s)

Com a correria dos ensaios e de todos os preparativos que uma peça de teatro implica, acabei por deixar passar esta. Estreou ontem no Centro Cultural de Campo Maior o recital de poesia Pessoa(s) com textos do genial Fernando Pessoa.
A convite do Blá Blá BLá - Teatro Jovem de Campo Maior, integrei o elenco para vestir a pele de Álvaro de Campos, um dos heterónimos de Pessoa. Uma experiência, a todos os níveis, única e uma forma de fazer teatro que me deixou ainda mais apaixonado pelo palco.
A selecção dos textos e a encenação estiveram a cargo da Paula Silva e a direcção de actores e as coregrafias foram tarefas da Maria Lama. Comigo no palco estiveram o José Soutino - Fernando Pessoa, o Joel Moreano - Alberto Caeiro, o João Azinhais - Ricardo Reis, o José Garcia - Bernardo Soares e a Clarisse Lacerda - a Lídia mais bonita do mundo. Por detrás das luzes e do som os omnipresentes Luís Lacerda e Filipe Costa e, como sempre, um apoio extraordinário de todo o pessoal do Centro Cultural de Campo Maior e da Vereadora da Cultura, Ana Golaio.
A toda a esta gente o meu obrigado!
Eu plagio, tu plagias, ele plagia
Não é maldade… juro que não! Mas, vá… admito, é uma pontinha de satisfação.
Nunca percebi o porque do sucesso deste homem, muito menos consigo entender as legiões de fãs que arrasta consigo. E acho inconcebível que este senhor consiga encher o Olypia de Paris. Ainda que, e vamos lá esclarecer esta parte, respeite imenso todos os que gostam e seguem e até perseguem o Tony Carreira. Como se costuma dizer, gostos não se discutem.
Mas com a recente vinda a público de que existem fortes suspeitas de plágio de várias canções registadas como suas por esta espécie de herói da canção nacional, sinto que se começa a fazer alguma justiça.
Para saber um pouco mais acerca deste assunto visitem este blog http://www.overdadeirotony.blogspot.com/ e ficarão mais ou menos esclarecidos. De todas as formas, o melhor mesmo é fazer umas pesquisas nos sites da imprensa nacional.
Ainda em relação a este assunto, vou partilhar mais uma coisinha convosco ![]()
Xiiii, pelos vistos, sou um ladrão.
Estava eu aqui descansadinho em casa, a dar uma volta pela net, quando chegou à minha caixa de correio uma mensagem a avisar que tinha um novo comentário no meu blog. Fui logo a correr ver porque não é todos os dias que entra um comentário (nem sequer todas as semanas, nem sequer todos os meses…) e qual não é o meu espanto quando vejo que é do senhor que supostamente criou o tema que eu estava a usar.
O tema é gratuito, há por aí muitos assim, e a única condição que eles exigem a quem os usa é a manutenção de um ou vários links no rodapé do blog. Normalmente são os créditos pela criação do tema e eu respeito sempre esta questão. O problema neste caso é que os links que o menino deixou no tema levavam directamente para sites de jogo online (casinos, poker e outros do género). Ora, não me apeteceu e removi os ditos cujos e, sou sincero, pensei mesmo que ía lá agora este tipo dar com o meu blog para recriminar a minha atitude.
Enganei-me. Achou mesmo isto e deu-me um raspanete, mas com um toque de má educação que não lhe admito, pelo que lhe respondi à letra.
Resumindo e concluindo, e porque não me quero envolver com este tipo de gente, retirei o tema do ar e susbstitui-o pelo básico do Wordpress até que encontre um outro que me agrade.
Ele não o vai abandonar nunca. E você?
Continuo a mostrar coisas que têm que ver com animais. Não é que não valorize os humanos, mas os animais, coitados, são mais indefesos, sobretudo se nas mãos dos humanos…
